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A CMB em 2015 e 2016

A Casa da Moeda procurou racionalizar seus processos internos e não deixou de investir em produtos inovadores e na busca por novos mercados e clientes G4-DMA Desempenho econômico

Além da instabilidade política e das mudanças no governo, o cenário econômico sofreu com a deterioração de seus principais indicadores. Houve desequilíbrio nas contas públicas, crescimento negativo do Produto Interno Bruto, elevações seguidas da taxa básica de juros, retração na atividade industrial e no setor de serviços, aumento da inflação, desvalorização do real e desemprego em alta. Tudo isso se refletiu no desempenho e na gestão da Casa da Moeda do Brasil, cuja receita provém quase integralmente de contratos com o governo federal. Para mitigar os efeitos mais adversos desse cenário, a instituição procurou racionalizar seus processos internos e não deixou de investir em produtos inovadores e na busca de novos mercados e clientes.

O Brasil enfrenta desde 2014 duas crises intimamente relacionadas – uma político-institucional e outra econômica – que perduraram nos dois anos seguintes e impactaram de forma negativa quase todas as atividades produtivas no país